O Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) é um balanço de prestação de contas feito anualmente pelos trabalhadores brasileiros que tenha recebido acima de um valor mínimo e uma das dúvidas é saber quem deve declarar o imposto de renda. Segundo a Receita Federal, quem tiver uma renda mínima tributária acima de R$ 29 mil ao ano, já é obrigado a declarar. Quem possui bens de acima de 300 mil reais, sejam carros, casa, fazenda ou mesmo uma aplicação bancária, também é declarante.

Em fevereiro de 2018 começa a liberação do programa e entre março e abril é o prazo da entrega. O principal ponto a ser discutido agora de acordo com o presidente do Sescon Goiás, Francisco Lopes, é já organizar toda a documentação desde o início de janeiro, pegar a última declaração, informações dos rendimentos, fichas de bens de direito e comprovantes de despesas dedutivas.

“Temos dois meses para preparar a declaração, quanto mais organizado o contribuinte estiver, melhor, já que os primeiros dias são os mais interessantes para o envio, por dois motivos: quem entrega o acerto de contas com antecedência recebe sua restituição antes. Além disso, em caso de problemas, o contribuinte tem tempo para resolvê-los, evitando a necessidade de uma declaração retificadora, depois do prazo”, explica o presidente.

O processo da Declaração do Imposto de Renda pode ser bem aproveitado, quando este ocorre dentro de orientações técnicas e com ajuda de um profissional da área de contabilidade, para auxiliar e acompanhar todo levantamento dos documentos necessários na hora da declaração do IRPF. Com auxilio correto, o contribuinte minimiza erros e recolhimentos indevidos.

Outro detalhe que Francisco Lopes considera importante na hora de pedir ajuda, é que na declaração do Imposto de Renda é feito um abatimento eletrônico preciso. “Se você vai ao médico, e declara o recibo da consulta, o profissional precisa declarar o mesmo valor. A não compatibilidade de números faz com que o contribuinte que declarar o valor menor, caia na malha fina. E é aí que entra a ajuda de forma correta, fazendo o código de acesso ou certificação digital”, conclui o presidente do Sescon Goiás.

O certificado digital proporciona facilidades na hora da declaração, eliminando divergências das informações declaradas, além de dar possibilidade de acompanhar todo o processo da declaração e de corrigir em tempo real as informações sem burocracia.