Considerado um dos mercados positivamente mais afetados pela Selic, o setor imobiliário está reaquecido devido a taxa mais baixa já registrada na história (5%), aliado ao aumento de 0,4% no PIB e o crescimento de mais de 70 mil empregos de carteira assinada no País, segundo o Ministério da Economia. Especialistas afirmam que esta é a hora de compra de imóveis. 

Os bons indicadores da economia trazem tanto aquele que compra para morar quanto para investir. Com emprego, aquele que precisa comprar para morar tem como pagar as parcelas. Com a taxa de juros baixa, que é histórica, a prestação cai muito, cerca de 30%. “O consumidor se sente mais seguro para comprar com os juros mais baixo, pois o valor da parcela cai, o que viabiliza a compra”, explica o diretor da Partini Negócios Imobiliários, Adriano Carrijo.

Já para quem quer investir, o maior atrativo é o potencial de valorização dos imóveis, que se tornou bem maior do que o rendimento das aplicações financeiras – essas, por sua vez, caíram com a nova taxa Selic. Aplicações conservadoras como a caderneta de poupança perde para a inflação projetada para os próximos 12 meses. “Enquanto isso, a valorização do imóvel na capital, chegou a 25,9% nos últimos cinco anos, segundo pesquisa da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário em Goiânia. “Mesmo em um cenário de recuperação, não houve perdas para o investidor em imóveis, e agora o cenário é de crescimento”, diz Fernando Razuk, diretor da Somos Desenvolvimento Imobiliário.

Quem aproveitou esse momento favorável para a compra de um imóvel foi a aposentada Maria Dolores. Ela que já tem apartamento próprio, comprou outros três para investir. Um deles foi o apartamento no residencial Talk Marista, empreendimento da GPL Incorporadora, Partini Negócios Imobiliários e Somos Desenvolvimento Imobiliário, lançado em novembro na Rua 146 do setor Marista, na Capital.

“Na hora de aplicar dinheiro acho mais interessante comprar imóveis, porque o investimento no banco dá uma rentabilidade mínima. Se comprar o apartamento na planta, a tendência é que ele valorize quase o dobro quando estiver finalizado, me dando um retorno muito maior que na poupança, por exemplo”, ressalta. 

Quem também quis aproveitar as taxas baixas foi a dona de casa Letícia Melo, que visitou o empreendimento. Ela que mora no Jardim Goiás, está a procura de um apartamento maior, mais centralizado e que tenha um condomínio baixo. “Mesmo com as taxas e as prestações mais baixas, a gente não pode deixar de pensar no condomínio, que vai somar às contas no fim do mês”, frisa ela que cita a importância da sustentabilidade e a geração de energia limpa nos empreendimentos mais modernos para baixar o valor do condomínio. 

O Talk Marista atende exatamente esse perfil de público. Com torre única, 26 pavimentos e apartamentos com 140 m², o residencial conta com área de lazer completa e traz como diferencial, paineis de energia fotovoltaica que atenderão 100% da área comum, proporcionando uma economia anual estimada em R$ 80 mil para o condomínio.