Iniciativas online para difusão de arte e cultura foram as soluções encontradas por muitos artistas e produtores durante a pandemia. Mas quem diria que um campeonato de nível mundial poderia ser integralmente viabilizado em ambiente online?

Apesar das proporções nada modestas – a competição ocorre desde 2003 e conta hoje com seletivas em 30 países – muita gente ainda não sabe que existe um campeonato de karaokê no país. Um dos motivos é o fato de as seletivas do KWC Brasil terem sido realizadas, nos anos anteriores, quase sempre no eixo Rio – São Paulo. Este ano, porém, o que poderia ser visto como limitante acabou abrindo portas: o ambiente online da competição nacional trouxe cantores de 66 cidades em 15 estados.

O resultado foi a escolha de campeões de 3 cidades diferentes: Ananda Torres e Antônia Medeiros, do Rio de Janeiro; André Kuni, de São Paulo; e Max Moraes, de Goiânia.

ANANDA TORRES – @anandatorresmusica

Representar o meu país já é uma honra! Mas neste KWC eu sinto que represento também os quarentões que não desistiram dos seus sonhos, os artistas com deficiências, os anônimos que são salvos diariamente pela arte. É uma alegria sem medida!

Campeã do KWC Brasil em 2017 e Top 10 no ranking mundial de solistas do concurso, Ananda Torres se tornou vencedora na categoria de ex-campeões em 2020. É publicitária, radialista, pianista, cantora e compositora. Atualmente se dedica a lives e gravações com releituras de canções brasileiras e também está finalizando seu primeiro trabalho autoral – O que Menos Importa – premiado no início de 2020 no Festival Bar MPB, uma iniciativa da Rádio Antena 1 FM.

ANTÔNIA MEDEIROS @toniabmedeiros

Participar do KWC, pra mim, foi realizar um sonho. Ter meu trabalho reconhecido por pessoas tão competentes e maravilhosas me fez crer ainda mais no meu potencial artístico e, por isso, serei eternamente grata. O KWC Brasil 2020 estará pra sempre marcado na minha história!

Cantora, compositora, atriz e professora, Antônia Medeiros cresceu em uma família de músicos: mãe harpista e pai contrabaixista. Completamente apaixonada por música brasileira, segundo ela mesma diz, suas maiores influências enquanto cantora são Elis Regina, Zizi Possi, Mônica Salmaso, Gal Costa e Maria Bethânia; e enquanto compositora, Tom Jobim, Joyce, Djavan e Rita Lee. Atualmente Antônia Medeiros faz parte de dois grupos vocais, Ordinarius e Consoantes, e também integra o duo Dois a Dois com Guilherme Imia.

ANDRÉ KUNI @andrekuniii

A experiência de participar da edição do KWC Brasil do ano passado foi muito marcante e desafiadora, me fazendo cantar estilos diferentes e tentar trazer algo especial para o público. A energia, a festa da final do evento são inesquecíveis!

André Kuni é formado em Design Gráfico e apaixonado por música. Sua relação com a música começou aos 4 anos de idade e desde criança ele participa de concursos de karaokê de canções japonesas, tendo conquistado alguns títulos. Suas influências musicais foram muitas ao longo dos anos, mas atualmente suas playlists incluem mais os estilos R&B, pop americano e britânico, música coreana e japonesa de forma geral. “Cantar me ensinou muitas coisas, me levou a diversos lugares, me trouxe experiências inesquecíveis, conhecendo pessoas e amigos para toda a vida.

MAX MORAES @meunomeemax

Nunca tinha participado de nenhum concurso e não tinha ideia da dimensão do KWC. Eu não poderia me sentir mais grato pela oportunidade de mostrar minha arte a tanta gente dessa forma e não poderia ter ficado mais surpreso por ter me tornado um dos campeões nacionais!

Natural de Goiânia e criado em Brasília, Max Moraes é músico e jornalista. Na música sua paixão é cantar, mas ele também é pianista, compositor e arranjador, além de ter se arriscado como ator em teatro musical em alguns espetáculos. No jornalismo sua paixão é por carros, sendo dono de seu próprio canal automotivo no YouTube e editor da seção de carros de um site de Goiânia. Tem dois trabalhos-solo, um de 2007 e o mais recente, “Som”, de 2019 – uma homenagem às várias influências presentes na música brasileira. Suas maiores referências são as grandes divas da música negra americana, como Aretha Franklin, Ella Fitzgerald e Nina Simone, e mais recentemente, Jennifer Hudson, bem como bandas pop e disco das décadas de 70 e 80, como Abba, KC and The Sunshine Band, New Order, Information Society e Erasure.

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